Evolução material e espiritual II

Prece inicial

Primeiro momento: iniciar escrevendo no quadro a palavra EVOLUÇÃO. Perguntar aos evangelizandos o que significa. Evoluir é mudar para melhor. Evolução é sinônimo de progresso, de transformação positiva.

Segundo momento: contar a história E=E+E+T+P. Se possível, leve para a sala de aula um skate, bilhetes azuis e o e-mail, a fim de ilustrar a narrativa (os bilhetes podem ser distribuídos aos evangelizandos, a medida que se conta a história). Conversar com os alunos acerca da história, perguntando qual a mensagem, o que é preciso para evoluir (ESTUDO, ESFORÇO, TRABALHO E PERSEVERANÇA).

Terceiro momento: colocar vários objetos em cima da mesa: telefone, lâmpada, caneta, chuveiro, remédio, livros. Perguntar se eles sabem como surgiram aqueles objetos. (Alguém um dia acordou e disse: Hoje vou criar o telefone? Não.) Todos esses objetos foram resultado de muito estudo, esforço, trabalho e perseverança. Lembrar que:

-Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, nasceu em Edinburgo, na Escócia, em 1847; em 14 de fevereiro de 1876, solicitou a patente pelo “telefone elétrico falante”;

-Thomas Alva Edison estudou e trabalhou muito para criar a lâmpada elétrica, fez milhares de tentativas para conseguir o sucesso almejado;

- as vacinas e os remédios são utilizados após anos de pesquisa e trabalho;

-o primeiro povo que utilizou a escrita, que origina os livros, foram os Simérios, que viviam no sul da Mesopotâmia (hoje Oriente Médio), há 3.000 a.C;

- a água encanada é resultado de trabalho e pesquisa de muitas pessoas.

Pedir, por um momento, que eles imaginem a vida sem água encanada, sem remédios, sem escrita, sem telefone. Concluir que evoluir é importante, muda para melhor a vida das pessoas (água encanada, luz elétrica), saúde (vacinas, remédios), divulga o conhecimento (livros). Perguntar que tipo de evolução é esta? Evolução Material. Essa evolução não acontece de um momento para outro, é fruto de muita pesquisa, trabalho, esforço e persistência. Levar um cartaz (ou escrever no quadro) EVOLUÇÃO = ESTUDO + ESFORÇO + TRABALHO + PERSISTÊNCIA.

Quarto momento: perguntar que outro tipo de evolução existe? Evolução espiritual. Evoluímos espiritualmente quando, através de nossas atitudes e pensamentos, nos esforçamos para ser uma pessoa melhor. Também essa evolução não acontece de uma hora para outra, precisamos de:

- ESTUDO: analisar nossas atitudes para ver como podemos mudar;

- ESFORÇO E PERSISTÊNCIA: é preciso esforçar-se para ser uma pessoa melhor, mais caridosa, mais fraterna. A mudança não ocorre de um dia para outro; ninguém diz: “agora tenho paciência” e passa a sempre ter paciência; é preciso esforçar-se para, a cada situação, ser paciente, até que tenha realmente desenvolvido a virtude da paciência. Não se pode desistir, é necessário perseverar, continuar tentando, dedicar-se a mudar;

- TRABALHO: trabalhar-se internamente, vigiando as atitudes para ser alguém que toma as decisões certas, é educado, gentil, faz o bem, respeita os outros; é um trabalho interno de melhora, onde a pessoa, por meio do seu esforço, se torna melhor.

Quinto momento: pedir que as crianças citem exemplos de como podemos evoluir espiritualmente:

- estudar, fazer os temas;

- participar das aulas de evangelização;

- ajudar nas tarefas domésticas;

- cuidar do irmão sem reclamar;

- não falar mal dos outros;

- respeitar todas as pessoas;

- cuidar dos bichos de estimação;

- não ficar emburrado;

- emprestar os brinquedos e os livros;

- cuidar do que pegou emprestado, etc.

Sexto momento: distribuir a cada criança o desenho de um coração, a fim de que eles escrevam em um dos lados uma qualidade que eles possuem e no outro lado uma atitude que eles desejam melhorar ou uma virtude que eles queiram conquistar (evolução espiritual).

Sugestão de texto para distribuir aos evangelizandos:

Evolução Material e Espiritual

Evoluir é melhorar, é ter boas atitudes e melhores condições de vida.

Existem dois tipos de evolução: a evolução material e a evolução espiritual, que são resultado do ESTUDO, ESFORÇO, TRABALHO E PERSEVERANÇA dos seres humanos.

EVOLUÇÃO MATERIAL é a melhora das condições de vida das pessoas. Antigamente os seres humanos viviam em cavernas, andavam a pé ou a cavalo e comiam o que encontravam nas florestas. Com o passar dos séculos, as pessoas passaram a morar em cabanas, usaram o fogo, descobriram a roda, plantaram frutas e vegetais para comer. Nos dias de hoje moramos em casas, usamos carros, temos roupas que nos esquentam, produzimos vários tipos de alimentos. O homem vem evoluindo materialmente, adquirindo melhores condições de vida, de saúde, de divertimento e de trabalho.

EVOLUÇÃO ESPIRITUAL é a mudança para melhor das atitudes das pessoas, quando elas aprendem amar e respeitar o próximo. Nos primeiros tempos, as pessoas viviam em pequenos grupos que brigavam entre si. Aos poucos os indivíduos foram viver em vilas e descobriram que juntos podiam viver bem melhor. Hoje moramos em cidades, valorizamos a família, dividimos os afazeres do trabalho e do lar, obedecemos às leis, estudamos, trabalhamos e estamos aprendendo a fazer o bem e ajudar os outros.

Temos muito a crescer e a evoluir ainda, para vivermos em um planeta onde não existam brigas, nem ódio, onde haja paz, e as pessoas se ajudem. Cada um de nós deve fazer sua parte, estudando, fazendo o bem e ajudando os outros.

Importante: caso o tempo disponível para a aula não seja suficiente para abordar os dois tipos de evolução, pode-se dividir a aula sugerida em duas etapas: em um encontro aborda-se a Evolução Material e no seguinte (após uma recapitulação breve da aula anterior) desenvolve-se a parte da aula acerca da Evolução Espiritual.

Prece de encerramento

História:

E = E + E + T + P

Os olhos de Talita brilharam quando ela viu o presente enviado por sua tia: um skate. Seus primos tinham o brinquedo, mas não deixava ela andar, dizendo que ela era muito pequena e podia se machucar. Talita sonhava em um dia disputar os campeonatos de skate que assistia pela televisão e fazer todas aquelas manobras radicais.

Pegou o skate, pôs um pé e … caiu. Percebeu então, que ao lado do skate havia um capacete, joelheiras, cotoveleiras e um envelope. Colocou o equipamento de proteção e descobriu que no envelope havia uma carta . Nela a tia parabenizava a sobrinha pelo aniversário e lembrava que andar de skate pode ser perigoso e que era necessário uma qualidade que Talita ainda não tinha: paciência. Mas dizia também que para aproveitar bem o presente, Talita deveria usar a fórmula: E = E + E + T + P, que vinha explicada em 3 bilhetinhos azuis, numerados. A garota deveria abrir um bilhete por dia, a fim de entender o recado.

A garota achou estranho, mas adorava a tia, que sempre tinha idéias divertidas, e resolveu entrar na onda.

Assim, abriu o bilhete número um. Nele estava escrito apenas: EVOLUÇÃO = ESTUDO + E + T + P. Abaixo, em letras menores: Observe os bons exemplos. O que era aquilo? Uma fórmula de matemática? Ela não entendeu. Foi perguntar a sua mãe, que respondeu com uma cara de quem já conhece o esquema:

- Acho que tua tia está querendo te ensinar a andar de skate.

Como assim? A mãe disse então que aprender é uma forma de evoluir e que a tia devia estar se referindo a aprender a andar de skate. E que não diria mais nada. A garota ficou mais intrigada ainda. Entendeu a parte da EVOLUÇÃO, mas e ESTUDO? Como assim, estudo? Ela não conhecia sites de como andar de skate, não havia livros sobre o assunto… Pensou um pouco e resolveu ir até a pista de skate perto de sua casa, para observar os bons exemplos, conforme dizia o bilhete.

Chegando lá, tentou novamente andar e… nova queda. Só que desta vez ela estava de capacete, joelheiras e cotoveleiras. Sentou em cima do skate e ficou observando… Olhou como os garotos faziam com os braços e as pernas para se equilibrar. Logo tentou novamente, ficou em pé em cima do skate e …caiu de novo. E assim passou a tarde: observava, estudando os movimentos dos outros meninos skatistas e tentava fazer também. Chegou em casa, à tardinha, exausta, mas satisfeita com os seus progressos.

No dia seguinte, abriu o segundo bilhete. Nele estava escrito: EVOLUÇÃO = ESTUDO + ESFORÇO + T + P. Mas era o que ela havia feito no dia anterior: estudava os movimentos dos garotos e se esforçava para fazer igual. Assim, ao final do segundo dia, Talita já andava de skate, mas sem a graça e a leveza que ela tanto admirava nos outros skatistas.

Ao abrir o terceiro bilhete, a garota já não tinha o mesmo entusiasmo, afinal, ela já andava de skate. O bilhete dizia: EVOLUÇÃO = ESTUDO + ESFORÇO + TRABALHO E PERSEVERANÇA. Quando voltou para casa naquela tarde, percebeu que era verdade o que diziam os bilhetes, pois para participar dos campeonatos de skate seria preciso muito trabalho, durante muito tempo, afinal, as manobras radicais não eram tão fáceis como ela imaginou.

Naquela noite, havia um e-mail para Talita. Era de sua tia, perguntando se ela havia gostado do presente e se havia aberto os bilhetes na ordem certa. Nele a tia também explicava que, assim como para andar de skate, que é um tipo de aprendizado, para aprender a ter paciência Talita poderia usar a mesma fórmula: EVOLUÇÃO = ESTUDO + ESFORÇO + TRABALHO + PERSEVERANÇA. Estudar suas atitudes, entendendo quando e por que fica impaciente, esforçar-se para mudar, trabalhar a paciência, praticando-a todos os dias e ser perseverante, ou seja não desistir de ser mais calma e ter paciência quando a situação exigir. Terminava o e-mail prometendo que viria, em breve, ver os progressos da sobrinha skatista.

Talita guardou com carinho o envelope com os bilhetinhos azuis e o e-mail da tia. Aquele foi um aniversário especial, pois aprendeu a usar a fórmula E = E + E + T + P para se tornar uma boa skatista e, principalmente, para adquirir outras virtudes importantes ao longo de sua vida.

Claudia Schmidt

Família – liberdade e limites

Prece Inicial

Primeiro momento: contar a história Liberdade e limites na família usando fantoches de dedo, gravuras coladas no quadro ou álbum seriado. Em nossa aula usamos o “Kit Avental” - é um avental feito de feltro que o evangelizador veste e vai contando a história e colando os personagens no próprio avental. Eles podem ser feitos de feltros com velcro ou de papel mais grosso, como cartolina ou cartão e colados com durex mais largo. Utilizamos desenhos de bonecos tipo palitos que são fáceis de desenhar. Veja abaixo os modelos e a história.

Segundo momento - questionar aos evangelizandos:

§ Qual o ensinamento dado pelo pai?

§ O que fez a família a partir desse ensinamento?

§ Falar sobre as regras de cada família e de cada escola.

§ O que é necessário em uma família para haver harmonia no lar?

Terceiro momento: confeccionar uma flor onde no centro (miolo), se escreverá a palavra FAMÍLIA e nas pétalas se escreverá o que é necessário uma família possuir para que todos os membros possam conviver em harmonia (cada aluno escreverá o que julgar necessário para que isso se realize). Após, efetuar a dobradura das pétalas, colar um pedacinho de imã para fazer um enfeite de geladeira. Veja abaixo modelo de flor.

Quarto momento: escrever no quadro os sentimentos ou valores escritos nas flores, marcando com um X ao lado dos que aparecem mais vezes para ver qual sentimento eles acharam mais importante.

Prece de encerramento

Modelos:

História:

Liberdade e limites na família

Em uma casa humilde vivia a família do seu Luís. Apesar das dificuldades viviam felizes, cada um com seus afazeres ou tarefas que lhes eram atribuídas.

Certo dia, Aninha, a filha mais velha, então com dez anos, chamou seus irmãos e lhes disse:

- A partir de hoje só eu posso entrar no quarto de dormir, pois vocês só bagunçam e não ajudam a arrumar. E traçou uma linha imaginária no chão perto da porta dizendo aos irmãos que eles não poderiam ultrapassar aquele limite sem que ela autorizasse.

Roberto com oito anos disse, então, que ninguém poderia entrar na cozinha, pois era ele que lavava a louça do café, e repetindo o gesto da irmã traçou também uma linha imaginária no chão dizendo que a partir daquele momento a cozinha seria um espaço só dele, que estava proibida a entrada dos irmãos sem a sua permissão.

Júnior, o caçula de quatro anos, olhou para os dois e sem compreender direito o que estava acontecendo foi até o banheiro e fez com o pé o mesmo gesto dos irmãos.

Dona Amélia, que a tudo observava, ficou em silêncio, dirigindo-se a lavanderia para realizar suas tarefas.

De repente, Aninha lhe chamou, dizendo que estava com sede, mas Roberto não lhe deixava entrar na cozinha para pegar água.

Roberto, por sua vez, necessitava usar o banheiro e Júnior não o deixava entrar. Júnior queria tirar a sua sonequinha e Aninha lhe barrava a entrada no quarto.

Dona Amélia chamou seu Luís, que estava trabalhando no jardim e lhe explicou o que estava acontecendo.

Seu Luís pensou um momento, e convidou a todos a se dirigirem até a sala, pois necessitavam conversar.

Com muita calma falou aos filhos que, a cozinha, o banheiro e os demais cômodos da casa eram de todos os que viviam naquele lar, que quem tinha sede ou fome poderia usar a cozinha, que quem necessitasse ir ao banheiro assim deveria fazê-lo, bem como todos poderiam usar o quarto, que era compartilhado pelos três, no momento que desejassem repousar. Disse-lhes que tudo na vida possui regras e que todos devem cumpri-las para não haver bagunça. Que cada um deveria cuidar da sua tarefa e respeitar o trabalho do outro, fazendo uso da liberdade com responsabilidade.

Foi então que eles resolveram realizar uma reunião familiar, uma vez por semana, para discutir as regras e, se necessário, criar outras novas dentro das necessidades, para o bom convívio em família.

Adaptação da história “As regras do Jogo” do Roteiro Sugestivo para os encontros de Estudo FERGS
- Modulo 3 - Conduta Espírita - Vivência Evangélica.
Ciclo: 2º da Infância.

Modelo de flor:

Família - laços corporais e laços espirituais

Prece inicial

Primeiro momento: fizemos uma encenação de um fato fictício que teria acontecido com uma das evangelizadoras. Logo após a prece uma das evangelizadoras chamou a outra bem alto e disse que queria conversar com ela. Deixamos o material pronto anteriormente: mesa, cadeira para sentarmos e conversar. Os evangelizandos prestaram a atenção naturalmente. Veja abaixo sugestão de diálogo entre as evangelizadoras.

Obs.: se a evangelizadora trabalhar sozinha, poderá trazer dois convidados para participarem da aula neste momento.

Segundo momento: logo após a encenação fazer as perguntas abaixo:

· Entenderam a história?

· O que estava acontecendo?

· Porque a amiga está indo embora?

· O que está sentindo a amiga que fica? Por que ela está assim?

· Na história, as duas eram parentes de sangue?

· Que tipo de laços as uniam para elas se darem tão bem?

· Alguém já passou por uma situação semelhante? Ouvir a resposta dos evangelizandos e relacionar com os laços corporais e espirituais.

Terceiro momento: reforçar os conceitos:

Família corporal (mesmo sangue, parentes em comum, mesma árvore genealógica) São os pais, os irmãos, tios, primos, avós.

Família espiritual (amizade, mesmos objetivos, laços de afeto, afinidade de interesses, amor e respeito mútuos). Podem ser parte da nossa família corporal ou serem nossos amigos, vizinhos ou pessoas com quem convivemos e mantemos uma amizade especial. Lembrar que herdamos dos pais o corpo físico. O espírito é criado por Deus.

Nós escolhemos a família que desejamos reencarnar para conviver com certas pessoas, aprender determinadas coisas. Reencarnamos para evoluir. A convivência pode gerar laços de afeto. Um dia faremos parte de uma grande família espiritual.

Salientar que o nosso grande desafio está em amarmos os nossos inimigos e aquelas pessoas que não simpatizamos. Isto exige esforço e perseverança de nossa parte. Podemos começar a desenvolver o amor, nesse caso, respeitando, tratando bem e não desejando mal a quem não gostamos.

Explicar que, apesar das brigas e discórdias, no ambiente familiar, “os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, na maioria das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações de amizade e afeto”.

Obs.: para subsídios ao evangelizador sugerimos a leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XIV, parentela corporal e parentela espiritual e Cap. XII, Amai os vossos inimigos.

Quarto momento: dar exemplos de laços corporais e espirituais para que eles identifiquem.

1 - Duas vizinhas que têm uma amizade muito grande, se ajudam e estão sempre uma apoiando a outra nas dificuldades que surgem. (Laços espirituais)

2 - Dois irmãos que brigam muito. (Laços corporais, pois são da mesma família. Podem vir a desenvolverem laços espirituais fortalecendo uma verdadeira amizade).

3 - Duas irmãs que se dão bem, se ajudam, gostam da companhia uma da outra, tem uma amizade muito legal. (Laços corporais e laços espirituais).

Quinto momento: o evangelizador deverá dar um ou dois minutos para cada um identificar mentalmente a sua família espiritual. Poderá ser colocada uma música de fundo sobre o tema família neste momento.

Sexto momento - atividade: solicitar que desenhem a sua família espiritual, lembrando que podem ou não fazer parte de sua família de sangue ou família corporal.

Prece de encerramento

Sugestão de diálogo:

A – Não me conformo! Minha melhor amiga não pode ir embora! Desde que a gente se conheceu, nunca nos separamos! Combinamos em tudo.

B - Mas ela passou no concurso, conseguiu um emprego, está feliz da vida! Você não quer o melhor para ela?

A - É, quero sim…

B - Então você não deve pensar assim. Devemos desejar o que é melhor para os outros.

C - E ai, o que tá rolando?

B - A amiga dela vai morar em outra cidade e ela está triste.

C - A vida é assim mesmo. Se houver laços de afeto de verdade, a amizade continua.

A - Mas vou ficar com saudade…

B - Saudade é normal, mas tem telefone, e-mail, tem também os feriados, vocês podem se visitar.

C - Eu tenho uma amiga, que eu adoro, que foi morar em Santa Maria há dois anos atrás. Fiquei com saudade, mas com o tempo a saudade diminui, fiz novos amigos, o tempo passa e sempre conversamos. Continuamos amigas, tão amigas quanto antes, só que moramos longe. Mas a amizade é a mesma.

B - Temos que lembrar que Deus faz sempre pelo melhor. Vocês devem ser da mesma família espiritual. E que todos possuímos uma família com laços de sangue e uma família com laços espirituais.

A - Como assim?

B - Nossa família de sangue são os nossos pais, os irmãos, os tios, os avós. E nossa família espiritual são aquelas pessoas que temos laços de profundo afeto, de amizade, podendo ser ou não da nossa família de sangue. Você entendeu?

A - Acho que entendi.

C - E nós vamos orar por você, para que compreenda melhor e apóie sua amiga neste momento de mudança na vida dela.

A - É mesmo não tinha pensado nisso. Legal saber que nos fizemos parte da mesma família espiritual. Vou me esforçar para ser, realmente, uma verdadeira amiga, pois ela está precisando muito de mim, neste momento.

Família - Significado dos laços familiares

Prece inicial

Primeiro momento: análise de um cartaz, que será colado na sala, para descobrir o tema da aula.

Segundo momento - técnica de sensibilização: solicitar aos alunos que sentem confortavelmente, relaxem todo o seu corpo, fechem os olhos e tentem imaginar tudo o que a evangelizadora vai dizer (colocar uma música suave para auxiliar no relaxamento).

“Imaginem-se saindo da escola, está um lindo dia, o sol brilha no céu azul, há flores por toda parte, uma brisa suave afaga o seu rosto. Você está percorrendo o caminho de volta para casa, sozinho. Ao chegar em casa você abre a porta. A casa está em silêncio, você vai percorrendo os cômodos e não encontra aquelas pessoas que fazem parte de sua família. Nesse momento vocês devem chamá-los, mentalmente, pelos seus nomes… Chame-os diversas vezes… Ninguém responde. Você percorre todas as dependências da casa e não encontra ninguém… Chame mais uma vez… Finalmente eles aparecem… Quem são? Identifique um a um quem são… Eles estão contentes em ver você… Abrace-os mentalmente, sinta o seu carinho, o amor que há entre vocês… Sinta-se abraçado, amado… Você agora está se sentindo muito bem. Agora você pode abrir os olhos lentamente.

Obs: ao aplicar essa técnica o evangelizador deverá conhecer a realidade dos evangelizandos. Havendo necessidade, deve adaptar a técnica.

Terceiro momento: conversar com os evangelizandos, solicitando que eles digam o que sentiram quando se imaginaram sozinhos. Questionar:

· Como eles se sentiram quando não encontraram ninguém em casa?

· Quais foram as pessoas que eles abraçaram?

· O que eles sentiram nesse momento de afeto?

· Qual a importância da nossa família em nossas vidas?

· O que significa o quarto mandamento recebido por Moisés: “Honrai o vosso pai e a vossa mãe”? Perguntar qual o significado de amor e respeito filial. Lembrar que esses sentimentos estendem-se aos pais adotivos e também a todas aquelas pessoas que são responsáveis por nós. A família é formada não só pelos laços de sangue, mas também por laços espirituais. Os familiares que já desencarnaram continuam fazendo parte da família.

Obs.: o evangelizador poderá utilizar como fonte de pesquisa “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cap. XIV, especialmente os itens “Piedade filial e A parentela corporal e a parentela espiritual”.

Quarto momento: confeccionar o colar da “família ideal” (colar das mãos). Entende-se “família ideal” aquela que se ajuda mutuamente, desenvolvendo atitudes positivas entre seus membros.

O colar é feito a partir de desenhos da mão aberta, com os dedos fechados, devidamente recortadas e coladas até formar um colar. Veja o modelo de.colar:

Escrever em cada mãozinha, atitudes que devemos ter no lar, com a família para que o lar seja mais harmonizado. Ex.: paciência, amor, respeito, amizade.

Lembrar aos alunos a importância de nossas mãos, pois é através delas que nos vestimos, penteamos nossos cabelos, escovamos os dentes, escrevemos. Podemos e devemos utilizá-las para realizar muitas coisas boas a nós mesmos e aos membros de nossa família.

Prece de encerramento

Família - modelos de famílias

(Sentimentos importantes em família)

Prece inicial

Primeiro momento: relembrar a aula anterior Família - laços corporais e laços espirituais.

Segundo momento: solicitar aos evangelizandos que falem como é composta a sua família corporal. Após ouvir algumas respostas, perguntar se eles acham que existem tipos de famílias diferentes da deles.

Terceiro momento: dizer para cada evangelizando um número e pedir para que não esqueçam. Na seqüência colocar na mesa, misturado, diversos cartões coloridos numerados, para que eles localizassem aqueles correspondentes ao seu número, formando diferentes tipos de famílias.

Sugestões de famílias:

(Se o evangelizador já conhece seus evangelizandos poderá colocar como exemplo as famílias das crianças).

PAI          MÃE          FILHOS

PAI          MÃE          FILHOS          AVÓS

PAI          MADRASTA          FILHOS

IRMÃOS (PAIS DESENCARNADOS)

ESPOSO          ESPOSA          SOGRA

ESPOSO          ESPOSA          IRMÃO

AVÓS          NETOS

PAI          MÃE          FILHA          NETO

FILHO (PAIS DESENCARNADOS)

MÃE          FILHO

PAI          FILHA

PAI          MÃE          NETOS

MÃE          PADRASTO          FILHOS

MÃE          PAI          FILHOS ADOTIVOS

MÃE          FILHA          SOBRINHO

ESPOSO          ESPOSA

Quarto momento: comentar os tipos de famílias que eles formaram, lembrando que se trocarem alguns cartões com os colegas surgirão outros tipos de famílias.

Quinto momento: perguntar se eles acham que existe a família ideal. Após as respostas concluir que não existe um modelo certo de família, a família ideal. Cada família é ideal para as pessoas que a compõem. Lembrar que cada um tem a família certa para o seu crescimento e convive com as pessoas que podem lhe ajudar a evoluir moral e espiritualmente. Levá-los a perceber a importância de suas famílias e o respeito que devemos ter pelas famílias de nossos irmãos, eliminando assim o preconceito e o julgamento.

Sexto momento: há sentimentos que devem estar presentes em todos os tipos de famílias. Perguntar quais são e ir escrevendo no quadro. Exemplo: paciência, amizade, paz, carinho, bom humor, perdão, compreensão, união, respeito, caridade, amor, tolerância, alegria. Nesse momento o evangelizador poderá dar exemplos de situações familiares que envolvam os sentimentos citados.

Sétimo momento - atividade: fazer um acróstico (em nossa aula explicamos o que significava a palavra e fizemos um exemplo no quadro), com os nomes de alguns ou de todos os integrantes da família corporal, utilizando os sentimentos que devem estar presentes no convívio familiar.

Oitavo momento - tema: solicitar que durante um ou dois minutos eles pensem em alguém que tenham dificuldades de relacionamento. Após, distribuir uma cartolina em forma de círculo duplo para que, durante a semana, eles façam alguma coisa de bom com relação a esta pessoa. Quem quiser pode escrever no círculo para compartilhar a experiência com os colegas no próximo encontro. Escrevemos na frente da cartolina uma frase: “Promova a paz fazendo o bem.”

Prece de encerramento

Família – laços espirituais e laços corporais II

Primeiro momento: distribuir um pedaço da música do Cd Cancioneiro Espírita, vol. 3 , EU QUE PEDI PRA NASCER. O evangelizador deve ler pausadamente o texto e solicitar que eles pensem um pouquinho sobre o que está escrito.

Abaixo a parte da letra da música utilizada, retirada do site www.cancioneiro.com.br.

Eu que pedi pra nascer

Eu que pedi prá nascer, eu que pedi prá viver do jeito que eu vivi

Eu que pedi o meu pai, minha mãe, meu irmão

Avó, patrão e avô, amigos, a conta do banco

Pedi minha mulher e filha com quem posso contar

Certo que também me pediram

Pedi família e mobília, talvez até meu cachorro e o carrinho de pilha

Conheça toda a música:

Eu que pedi pra nascer

Eu que pedi prá nascer, eu que pedi prá viver do jeito que eu vivi

Eu que pedi o meu pai, minha mãe, meu irmão

Avó, patrão e avô, amigos, a conta do banco

Pedi minha mulher e filha com quem posso contar

Certo que também me pediram

Pedi família e mobília, talvez até meu cachorro e o carrinho de pilha

Se lembra daquele acidente onde morreu tanta gente somente eu não morri

É que a turma de cima pôs cinto de segurança

Air-bag, reza santa prá eu não ter que partir

Naquele incrível acidente perdi da boca alguns dentes coisa que eu não pedi

Disso também não reclamo, pois sei que ganhei mais uns anos prá poder me eximir

Pedi até mesmo o jeito de morrer e morri por isso peço de novo

Para nascer e viver, para poder prosseguir, para poder progredir

Por isso peço de novo

Para nascer e viver, para poder prosseguir, para poder progredir

Segundo momento: conversar com eles a respeito das conclusões que chegaram através da letra da música.

*Todos nós pedimos para nascer?

*Pedimos a família que temos?

*O que mais pedimos? O corpo, os amigos.

*Escolhemos a nossa família, ela é a família ideal para nossa evolução.

*Escolhemos só as coisas boas? Não, escolhemos o necessário para nossa evolução. Também escolhemos situações que vão nos auxiliar a evoluir, que podem ser boas ou não (nosso corpo físico, situação financeira, doenças).

* Lembrar que nem todas as pessoas tiveram condições de escolher, muitas vezes são os amigos espirituais que escolhem as melhores condições para nossa reencarnação, que irão nos oportunizar a evolução espiritual.

*Sempre temos um bom relacionamento com os membros de nossa família? Nem sempre. Se alguém que brigou com uma pessoa, ficou de mal, pode pedir para reencontrar aquele espírito em outra vida a fim de fazer as pazes. Se magoou, traiu a confiança de alguém nos negócios, no casamento, causou mal a alguém, depois do desencarne, no Mundo Espiritual se dá conta que errou e pede uma nova oportunidade para se reconciliar.

*Por bondade de Deus não lembramos o que aconteceu, mas Deus nos dá uma nova oportunidade com os mesmos espíritos (em outros corpos). Se temos dificuldades com alguém pode ser que tenhamos tido dificuldades em outra existência. Mas pode ser que não, que seja apenas má vontade nossa nesta vida.

Terceiro momento: perguntar se eles sabem que tipo de laços unem os membros de uma mesma família. Laços espirituais e corporais.

Laços espirituais são os verdadeiros laços de família, podem ser entre pessoas do mesmo sangue ou não. Se revelam pela simpatia e comunhão de idéias, isto é, pelo afeto, afinidade de interesses e pelo amor que expressam entre si. Na maioria das vezes os espíritos que encarnam em uma família são ligados por laços de afinidade, tendo assim, além dos laços corporais, os laços espirituais.

Laços corporais existem entre as pessoas que tem o mesmo sangue, são da família corporal. Quem já desencarnou também continua fazendo parte da família corporal. Devemos nos esforçar para fortalecer os laços de simpatia com os membros de nossa família corporal.

*É importante lembrar que herdamos de nossos pais a semelhança física, os olhos, o nariz, o jeito de falar mas não as virtudes, as qualidade. Ex: calma, humildade, bom-humor.

Ex.: pais bons podem ter filhos de natureza má e vice-versa. Filhos pacientes e bem humorados, podem ter pais tristes e impacientes.

Subsídios ao evangelizador: O Livro dos Espíritos cap. IV, Parentesco, filiação e Parecenças físicas e morais. O Evangelho Segundo O Espiritismo cap. XIV, item 8.

Quarto momento: pode-se contar uma situação em que uma família adota uma criança e solicitar que eles digam quais os laços que unem aqueles espíritos. Não possuem laços corporais (sangüíneos) porém, como nada acontece por acaso, eles poderão ter laços espirituais, podendo ser uma oportunidade de apertar os laços de afeto que já os unem ou de desenvolver bons sentimentos em família (aprender a amar-se e respeitarem-se mutuamente).

Quinto momento: solicitar que alguns digam quem são as pessoas que fazem parte da família corporal e também que cite uma pessoa com quem tenha laços espirituais (de preferência de fora da família corporal). Para exemplificar o evangelizador poderá iniciar citando os próprios exemplos.

Sexto momento - atividade: fazer um coração de cartolina ou de origami. Pode ser escrita uma frase no centro do coração e do lado de fora do coração desenhar a família corporal.

Colar um imã na parte de trás do coração para que os evangelizandos possam colar na geladeira.

Sugestão de atividade 2: distribuir o desenho de uma flor em EVA (já levar riscada no EVA com o miolo e as folhas em separado) e solicitar que os evangelizandos montem a flor, escrevendo no miolo o nome das pessoas que fazem parte de sua família e nas pétalas atitudes importantes para manter a união da família. Exemplo: amor, amizade, perdão, carinho, colaboração, paciência.

Para fazer o caule utilize palitos de churrasco, com as pontas cortadas, que podem ser pintadas de canetinha verde ou enroladas em papel crepom verde. As folhas podem ser coladas com cola quente.

Na seqüência, distribua pequenas folhas para cada criança montar o seu jardim ou, então, pode-se fazer um grande cartaz, construindo um lindo jardim com o trabalho de todos, onde, inclusive, podem ser colados borboletas e passarinhos em EVA (previamente desenhados e recortados).

Também podem ser usados potinhos de iogurte, sem rótulo, que devem ser pintados com canetinhas e cola colorida, colocando dentro folhas amassadas e as flores que foram feitas em EVA.

OBS: o evangelizador pode escolher se deseja que as crianças escrevam os nomes das pessoas que fazem parte da família espiritual e corporal, ou deixar que cada evangelizando faça a sua escolha.

Veja abaixo sugestões de desenhos enviados por Cristina Chaves, do terceirto ciclo da infância, da Sociedade Espírita Casa do Caminho, bairro Jardim das Palmeira em Porto Alegre - RS, responsável polo site http://www.freewebs.com/sementinhasdocaminho.

Prece de encerramento

Sugestão: Segundo e Terceiro ciclos.

Família - amor e respeito

Prece inicial

Primeiro momento: falar que temos uma surpresa. Distribuir a cada criança um copo de plástico transparente com água (um pouco mais que a metade do copo deve estar preenchido com água). Entregar a cada criança uma flor pequena (dobrada), que dentro deve estar escrito um sentimento positivo. A flor deve ser colocada suavemente sobre a água. As crianças devem observar o copo, esperando que cada flor abra, revelando o sentimento que está escrito nela.

Nesse momento pode ser colocada uma música que fale sobre família, para dar um fundo musical.

Exemplos de sentimentos para serem escritos nas flores: amor, paciência, respeito, carinho, amizade, humildade, colaboração, compreensão, união, confiança, perdão, educação, saber falar, saber ouvir, saber calar, alegria, bom-humor, não mentir.

Obs.: Pintar as bordas de cada flor com canetinhas coloridas, em um traço bem largo (forte), pois as flores ficarão no copo e soltarão tinta, colorindo a água. As flores não devem ser muito grandes, nem dobradas em muitas vezes. É importante testar antes, para ver se o tipo de dobradura realizada vai abrir.

Segundo momento: explicar que sentimentos positivos são qualidades, virtudes importantes. Pedir que leiam o que está escrito nas flores (são sentimentos, qualidades, virtudes importantes a serem desenvolvidas). Perguntar onde esses sentimentos devem começar a ser desenvolvidos/trabalhados/aperfeiçoados e são extremamente importantes? Na família. Por que são tão importantes? Para a harmonia no lar, respeito e crescimento espiritual. E também porque a família é o primeiro lugar onde podemos (e devemos) exercitar os bons sentimentos.

Terceiro momento: recolher os copos todos em uma bandeja (para evitar acidentes). Deixar, porém, eles em um lugar visível, no centro da mesa, para que as crianças possam observar a água sendo colorida pela tinta da flor.

Quarto momento: lembrar que existem situações difíceis em família, que nem tudo está sempre bem. Narrar a seguinte situação, perguntando o que teria acontecido com as diferentes reações frente a cada fato:

* Pai que chega em casa cansado, de mau-humor. Mãe está atarefada e preocupada com o filho que trouxe um bilhete da escola. O filho de 9 anos está tirando notas baixas na escola e seus dois outros irmãos menores estão brigando pelo controle remoto da tv.

Perguntar como está o ambiente do lar?

*O pai está com problemas no trabalho, e ao chegar em casa, encontra os dois filhos brigando pelo controle remoto. O que ele pode fazer? * pode entrar na briga e gritar com os filhos * pode conversar e acalmar os filhos, sugerindo uma solução.

* E os filhos que estão brigando (na verdade eles querem a atenção dos pais), que atitudes eles podem ter frente a chegada do pai? * alguém pode ceder e parar a briga *continuar brigando e ir para o castigo.

* A mãe, com relação ao filho que está com notas baixas pode: *dar uma bronca *chamar o filho para uma conversa.

* O filho que está com problemas na escola porque não entregou os trabalhos, não fez os temas e conversou demais durante a aula, pode: * mentir que os colegas incomodam, que a professora faz prova surpresa * conversar com a mãe e mudar de atitude, compreendendo que estudar é importante para o seu futuro, que estuda para si mesmo e não para os pais ou para a professora, pois precisa recuperar a confiança dos pais.

Quinto momento: perguntar que sentimentos foram utilizados para resolver os conflitos? União, saber falar, saber ouvir, não mentir, respeito, carinho, compreensão, amor, respeito. O que teria acontecido se os sentimentos usados não fossem esses, mas outros, que são sentimentos negativos? Haveria discórdia, brigas e o ambiente ficaria repleto de energias negativas. Lembrar que na família (e na vida) sempre podemos escolher que atitude tomar frente as situações difíceis.

Obs.: importante o evangelizador aproveitar as diversas respostas dos evangelizandos, concluindo com eles qual a atitude mais adequada a ser tomada em cada situações.

Sexto momento: verificar os copos com as flores. A água ficou colorida pela tinta das canetinhas. Concluir que assim como as cores se propagaram no copo, os bons e os maus sentimentos também se espalham na família e no ambiente em que estamos, por isso a importância de escolhermos com amor como vamos agir perante as dificuldades.

Sétimo momento: fazer um acróstico, explicar o que significa (palavras ou frases que são formadas, usando-se letras de palavras ou frases).

Sugestões:

FAMÍLIA

NOME DOS MEMBROS DA FAMÍLIA

UMA FRASE SOBRE O TEMA DA AULA

Prece de encerramento

Sugestão: Segundo ciclo.

Joel em novembro 19th, 2009 | Categoria: Planos de Aula | Sem Comentários -