Ensinos de Jesus – 4 a 7 anos

Planos de Aula

TEMA BÁSICO:

ENSINOS DE JESUS

UNIDADE: DEUS

FAIXA ETÁRIA: 4 A 7 ANOS

OBJETIVO:Identificar que o Evangelho,reunindo os ensinos e exemplos de Jesus,indica-nos o caminho para a paz e verdadeira felicidade.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Levar grãos de mostarda e outros tipos de sementes tais como: abacate, laranja e outras, para que as crianças possam observar as diferenças de tamanho em relação ao grão de mostarda.

Observação:O educador poderá levar uma lupa para que as crianças possam observar melhor os grãos de mostarda.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Explorar o fato do grão de mostarda ser muito pequeno e dizer que, apesar do tamanho diminuto,ao crescer se transformará em uma árvore.(anexo 1)

Dizer que Jesus comparou o grão de mostarda que cresce… cresce… até ficar uma folhagem bonita, com os sentimentos bons que temos no nosso coração,como o amor e a fé. Ter fé é ter confiança no Pai do Céu e nas coisas boas que estão dentro de nós.

NARRAR: O grão de Mostarda

Avaliar a compreensão da história através de perguntas tais como:

- Como o grão de mostarda se sentiu diante da zombaria das outras sementes?

- E como o grãozinho ficou depois de ouvir a história que Jesus contou?

- O que Jesus ensinava para as pessoas?

- Quando a sementinha de luz brilha muito no coração das pessoas?

Conversar com as crianças a respeito da sementinha de luz que temos no nosso coração, estimulando-as para que falem de ações que a façam brilhar (ser amigo,ajudar a mamãe..)

Concluir dizendo a importância de fazer coisas boas que Jesus ensinou,explicando que,assim, fazemos as pessoas felizes e fazemos com que luzinhas brilhem em nossos corações.

ATIVIDADE CRIATIVA

Dividir as crianças em subgrupos, colocando à disposição cola,papel e sementinhas (grão de milho ou semente de girassol) e, caso queiram, areia brilhante, para as crianças fazerem colagem.

Observação :P ara fazer areia brilhante, basta misturar a areia da praia com purpurina.

HARMONIZAÇÃO FINAL/ PRECE

Distribuir uma sementina para cada criança pedindo que as plantem em um vaso com terra.Explicar que as sementinhas, para desenvolverem-se melhor, necessitam de água, de terra fofinha. Quando também enviamos amor, que faz a luzinha brilhar no coração,a plantinha cresce mais depressa.

PRECE

O Grão de Mostarda

Nossa história aconteceu há muito tempo atrás,na época que Jesus esteve entre nós contando histórias.

Fig 1-Joaquim comprou um saco com muitas sementes para plantar muitas árvores frutíferas.

Fig 2- Entre as sementes estava um pequeno grão de mostarda,que veio por engano entre as outras.Por ser muito pequenina,não foi percebida pelo homem.

As outras sementes,quando viram aquela coisinha miúda, começaram  rir e a zombar.

-Olha a nanica!- gritou uma semente de laranja.

-É uma semente ou uma formiga? – perguntou a semente de pêssego, só de gozação.

A zombaria continuou dentro do saco e o grão de mostarda foi ficando cada vez mais tristinho…

Foi então  que todos ouviram uma voz muito bonita.

FIG 3- Olharam para fora e viram um belo moço que falava para muitas pessoas:

“O Reino dos Céus* é como um grão de mostarda que um homen plantou na terra.

Apesar de ser  a menor de todas as sementes,a plantinha vai crescendo…

Depois, torna-se uma grande planta com muitos ramos e as avezinhas do céu vêm morar neles”

-Quem está contando essa história? – perguntou feliz o grãozinho de mostarda encolhido num cantinho.

-É Jesus! Ele é uma pessoa muito especial!- respondeu uma das sementes.

E logo todas pararam de rir.

O grão de mostarda soube, então, que Jesus ensinava muitas coisas importantes como o amor, o respeito aos pais, o bem…

As histórias de Jesus eram como se fossem sementinhas de luz no coração de todos que ouviam. A sementinha de luz brilhava muito forte sempre que as pessoas faziam coisas boas.

O tempo passou. A sementinha de mostarda cresceu… cresceu….botou muitos ramos…

Fig 4-… virou uma árvore. E fez tudo aquilo que Jesus contou na história:os passarinhos e pequenos animais se abrigavam debaixo da sua sombra.

Em gratidão à bondade do pé de mostarda, eles contavam para ele as histórias que ouviam de Jesus.

*Explicar para a criança que é o reino do bem, onde todos vivem felizes.

Fonte- Educação do ser integral – LFC

MUSICA

PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA

Adaptação e musica:Clecy Petrilo

Esse é o grão do meu coração, esse é o grão do meu coração

Esse é o grão do meu coração,esse é o grão do meu coração.

Jesus um dia contou

Que um homem veio e pegou

Um grãozinho de mostarda

E em seu campo semeou.

E esse grãozinho nasceu

Tão vigoroso e forte ele cresceu

Que abrigou os passarinhos

Pois ficou bem maior que eu

E assim é o amor

Que mora no coração

Nasce bem pequenininho

Mas depois fica grandão.

Joel em julho 18th, 2011 | Categoria: Planos de Aula | Sem Comentários -

Familia

Planos de Aula

Família – liberdade e limites

Prece Inicial

Primeiro momento: contar a história Liberdade e limites na família usando fantoches de dedo, gravuras coladas no quadro ou álbum seriado. Em nossa aula usamos o “Kit Avental” – é um avental feito de feltro que o evangelizador veste e vai contando a história e colando os personagens no próprio avental. Eles podem ser feitos de feltro com velcro ou de papel mais grosso, como cartolina ou cartão e colados com durex mais largo. Utilizamos desenhos de bonecos tipo palitos que são fáceis de desenhar. Veja abaixo os modelos e a história.

Segundo momento - questionar aos evangelizandos:

§ Qual o ensinamento dado pelo pai?

§ O que fez a família a partir desse ensinamento?

§ Falar sobre as regras de cada família e de cada escola.

§ O que é necessário em uma família para haver harmonia no lar?

Terceiro momento: confeccionar uma flor onde no centro (miolo), se escreverá a palavra FAMÍLIA e nas pétalas se escreverá o que é necessário uma família possuir para que todos os membros possam conviver em harmonia (cada aluno escreverá o que julgar necessário para que isso se realize). Após, efetuar a dobradura das pétalas, colar um pedacinho de imã para fazer um enfeite de geladeira. Veja abaixo modelo de flor.

Quarto momento: escrever no quadro os sentimentos ou valores escritos nas flores, marcando com um X ao lado dos que aparecem mais vezes para ver qual sentimento eles acharam mais importante.

Prece de encerramento

Modelos:


História:

Liberdade e limites na família

Em uma casa humilde vivia a família do seu Luís. Apesar das dificuldades viviam felizes, cada um com seus afazeres ou tarefas que lhes eram atribuídas.

Certo dia, Aninha, a filha mais velha, então com dez anos, chamou seus irmãos e lhes disse:

- A partir de hoje só eu posso entrar no quarto de dormir, pois vocês só bagunçam e não ajudam a arrumar. E traçou uma linha imaginária no chão perto da porta dizendo aos irmãos que eles não poderiam ultrapassar aquele limite sem que ela autorizasse.

Roberto com oito anos disse, então, que ninguém poderia entrar na cozinha, pois era ele que lavava a louça do café, e repetindo o gesto da irmã traçou também uma linha imaginária no chão dizendo que a partir daquele momento a cozinha seria um espaço só dele, que estava proibida a entrada dos irmãos sem a sua permissão.

Júnior, o caçula de quatro anos, olhou para os dois e sem compreender direito o que estava acontecendo foi até o banheiro e fez com o pé o mesmo gesto dos irmãos.

Dona Amélia, que a tudo observava, ficou em silêncio, dirigindo-se a lavanderia para realizar suas tarefas.

De repente, Aninha lhe chamou, dizendo que estava com sede, mas Roberto não lhe deixava entrar na cozinha para pegar água.

Roberto, por sua vez, necessitava usar o banheiro e Júnior não o deixava entrar. Júnior queria tirar a sua sonequinha e Aninha lhe barrava a entrada no quarto.

Dona Amélia chamou seu Luís, que estava trabalhando no jardim e lhe explicou o que estava acontecendo.

Seu Luís pensou um momento, e convidou a todos a se dirigirem até a sala, pois necessitavam conversar.

Com muita calma falou aos filhos que, a cozinha, o banheiro e os demais cômodos da casa eram de todos os que viviam naquele lar, que quem tinha sede ou fome poderia usar a cozinha, que quem necessitasse ir ao banheiro assim deveria fazê-lo, bem como todos poderiam usar o quarto, que era compartilhado pelos três, no momento que desejassem repousar. Disse-lhes que tudo na vida possui regras e que todos devem cumpri-las para não haver bagunça. Que cada um deveria cuidar da sua tarefa e respeitar o trabalho do outro, fazendo uso da liberdade com responsabilidade.

Foi então que eles resolveram realizar uma reunião familiar, uma vez por semana, para discutir as regras e, se necessário, criar outras novas dentro das necessidades, para o bom convívio em família.

Adaptação da história “As regras do Jogo” do Roteiro Sugestivo para os encontros de Estudo FERGS
- Modulo 3 – Conduta Espírita – Vivência Evangélica.
Ciclo: 2º da Infância.

Modelo de flor:

Família – laços corporais e laços espirituais

Prece inicial

Primeiro momento: fizemos uma encenação de um fato fictício que teria acontecido com uma das evangelizadoras. Logo após a prece uma das evangelizadoras chamou a outra bem alto e disse que queria conversar com ela. Deixamos o material pronto anteriormente: mesa, cadeira para sentarmos e conversar. Os evangelizandos prestaram a atenção naturalmente. Veja abaixo sugestão de diálogo entre as evangelizadoras.

Obs.: se a evangelizadora trabalhar sozinha, poderá trazer dois convidados para participarem da aula neste momento.

Segundo momento: logo após a encenação fazer as perguntas abaixo:

· Entenderam a história?

· O que estava acontecendo?

· Porque a amiga está indo embora?

· O que está sentindo a amiga que fica? Por que ela está assim?

· Na história, as duas eram parentes de sangue?

· Que tipo de laços as uniam para elas se darem tão bem?

· Alguém já passou por uma situação semelhante? Ouvir a resposta dos evangelizandos e relacionar com os laços corporais e espirituais.

Terceiro momento: reforçar os conceitos:

Família corporal (mesmo sangue, parentes em comum, mesma árvore genealógica) São os pais, os irmãos, tios, primos, avós.

Família espiritual (amizade, mesmos objetivos, laços de afeto, afinidade de interesses, amor e respeito mútuos). Podem ser parte da nossa família corporal ou serem nossos amigos, vizinhos ou pessoas com quem convivemos e mantemos uma amizade especial. Lembrar que herdamos dos pais o corpo físico. O espírito é criado por Deus.

Nós escolhemos a família que desejamos reencarnar para conviver com certas pessoas, aprender determinadas coisas. Reencarnamos para evoluir. A convivência pode gerar laços de afeto. Um dia faremos parte de uma grande família espiritual.

Salientar que o nosso grande desafio está em amarmos os nossos inimigos e aquelas pessoas que não simpatizamos. Isto exige esforço e perseverança de nossa parte. Podemos começar a desenvolver o amor, nesse caso, respeitando, tratando bem e não desejando mal a quem não gostamos.

Explicar que, apesar das brigas e discórdias, no ambiente familiar, “os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, na maioria das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações de amizade e afeto”.

Obs.: para subsídios ao evangelizador sugerimos a leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XIV, parentela corporal e parentela espiritual e Cap. XII, Amai os vossos inimigos.

Quarto momento: dar exemplos de laços corporais e espirituais para que eles identifiquem.

1 – Duas vizinhas que têm uma amizade muito grande, se ajudam e estão sempre uma apoiando a outra nas dificuldades que surgem. (Laços espirituais)

2 – Dois irmãos que brigam muito. (Laços corporais, pois são da mesma família. Podem vir a desenvolverem laços espirituais fortalecendo uma verdadeira amizade).

3 – Duas irmãs que se dão bem, se ajudam, gostam da companhia uma da outra, tem uma amizade muito legal. (Laços corporais e laços espirituais).

Quinto momento: o evangelizador deverá dar um ou dois minutos para cada um identificar mentalmente a sua família espiritual. Poderá ser colocada uma música de fundo sobre o tema família neste momento.

Sexto momento – atividade: solicitar que desenhem a sua família espiritual, lembrando que podem ou não fazer parte de sua família de sangue ou família corporal.

Prece de encerramento

Sugestão de diálogo:

A – Não me conformo! Minha melhor amiga não pode ir embora! Desde que a gente se conheceu, nunca nos separamos! Combinamos em tudo.

B – Mas ela passou no concurso, conseguiu um emprego, está feliz da vida! Você não quer o melhor para ela?

A – É, quero sim…

B – Então você não deve pensar assim. Devemos desejar o que é melhor para os outros.

C – E ai, o que tá rolando?

B – A amiga dela vai morar em outra cidade e ela está triste.

C – A vida é assim mesmo. Se houver laços de afeto de verdade, a amizade continua.

A – Mas vou ficar com saudade…

B – Saudade é normal, mas tem telefone, e-mail, tem também os feriados, vocês podem se visitar.

C – Eu tenho uma amiga, que eu adoro, que foi morar em Santa Maria há dois anos atrás. Fiquei com saudade, mas com o tempo a saudade diminui, fiz novos amigos, o tempo passa e sempre conversamos. Continuamos amigas, tão amigas quanto antes, só que moramos longe. Mas a amizade é a mesma.

B – Temos que lembrar que Deus faz sempre pelo melhor. Vocês devem ser da mesma família espiritual. E que todos possuímos uma família com laços de sangue e uma família com laços espirituais.

A – Como assim?

B – Nossa família de sangue são os nossos pais, os irmãos, os tios, os avós. E nossa família espiritual são aquelas pessoas que temos laços de profundo afeto, de amizade, podendo ser ou não da nossa família de sangue. Você entendeu?

A – Acho que entendi.

C – E nós vamos orar por você, para que compreenda melhor e apóie sua amiga neste momento de mudança na vida dela.

A – É mesmo não tinha pensado nisso. Legal saber que nos fizemos parte da mesma família espiritual. Vou me esforçar para ser, realmente, uma verdadeira amiga, pois ela está precisando muito de mim, neste momento.

Família – Significado dos laços familiares

Prece inicial

Primeiro momento: análise de um cartaz, que será colado na sala, para descobrir o tema da aula.

Segundo momento – técnica de sensibilização: solicitar aos alunos que sentem confortavelmente, relaxem todo o seu corpo, fechem os olhos e tentem imaginar tudo o que a evangelizadora vai dizer (colocar uma música suave para auxiliar no relaxamento).

“Imaginem-se saindo da escola, está um lindo dia, o sol brilha no céu azul, há flores por toda parte, uma brisa suave afaga o seu rosto. Você está percorrendo o caminho de volta para casa, sozinho. Ao chegar em casa você abre a porta. A casa está em silêncio, você vai percorrendo os cômodos e não encontra aquelas pessoas que fazem parte de sua família. Nesse momento vocês devem chamá-los, mentalmente, pelos seus nomes… Chame-os diversas vezes… Ninguém responde. Você percorre todas as dependências da casa e não encontra ninguém… Chame mais uma vez… Finalmente eles aparecem… Quem são? Identifique um a um quem são… Eles estão contentes em ver você… Abrace-os mentalmente, sinta o seu carinho, o amor que há entre vocês… Sinta-se abraçado, amado… Você agora está se sentindo muito bem. Agora você pode abrir os olhos lentamente.

Obs: ao aplicar essa técnica o evangelizador deverá conhecer a realidade dos evangelizandos. Havendo necessidade, deve adaptar a técnica.

Terceiro momento: conversar com os evangelizandos, solicitando que eles digam o que sentiram quando se imaginaram sozinhos. Questionar:

· Como eles se sentiram quando não encontraram ninguém em casa?

· Quais foram as pessoas que eles abraçaram?

· O que eles sentiram nesse momento de afeto?

· Qual a importância da nossa família em nossas vidas?

· O que significa o quarto mandamento recebido por Moisés: “Honrai o vosso pai e a vossa mãe”? Perguntar qual o significado de amor e respeito filial. Lembrar que esses sentimentos estendem-se aos pais adotivos e também a todas aquelas pessoas que são responsáveis por nós. A família é formada não só pelos laços de sangue, mas também por laços espirituais. Os familiares que já desencarnaram continuam fazendo parte da família.

Obs.: o evangelizador poderá utilizar como fonte de pesquisa “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cap. XIV, especialmente os itens “Piedade filial e A parentela corporal e a parentela espiritual”.

Quarto momento: confeccionar o colar da “família ideal” (colar das mãos). Entende-se “família ideal” aquela que se ajuda mutuamente, desenvolvendo atitudes positivas entre seus membros.

O colar é feito a partir de desenhos da mão aberta, com os dedos fechados, devidamente recortadas e coladas até formar um colar. Veja o modelo de.colar:

Escrever em cada mãozinha, atitudes que devemos ter no lar, com a família para que o lar seja mais harmonizado. Ex.: paciência, amor, respeito, amizade.

Lembrar aos alunos a importância de nossas mãos, pois é através delas que nos vestimos, penteamos nossos cabelos, escovamos os dentes, escrevemos. Podemos e devemos utilizá-las para realizar muitas coisas boas a nós mesmos e aos membros de nossa família.

Prece de encerramento

Família – modelos de famílias

(Sentimentos importantes em família)

Prece inicial

Primeiro momento: relembrar a aula anterior Família – laços corporais e laços espirituais.

Segundo momento: solicitar aos evangelizandos que falem como é composta a sua família corporal. Após ouvir algumas respostas, perguntar se eles acham que existem tipos de famílias diferentes da deles.

Terceiro momento: dizer para cada evangelizando um número e pedir para que não esqueçam. Na seqüência colocar na mesa, misturado, diversos cartões coloridos numerados, para que eles localizassem aqueles correspondentes ao seu número, formando diferentes tipos de famílias.

Sugestões de famílias:

(Se o evangelizador já conhece seus evangelizandos poderá colocar como exemplo as famílias das crianças).

PAI          MÃE          FILHOS

PAI          MÃE          FILHOS          AVÓS

PAI          MADRASTA          FILHOS

IRMÃOS (PAIS DESENCARNADOS)

ESPOSO          ESPOSA          SOGRA

ESPOSO          ESPOSA          IRMÃO

AVÓS          NETOS

PAI          MÃE          FILHA          NETO

FILHO (PAIS DESENCARNADOS)

MÃE          FILHO

PAI          FILHA

PAI          MÃE          NETOS

MÃE          PADRASTO          FILHOS

MÃE          PAI          FILHOS ADOTIVOS

MÃE          FILHA          SOBRINHO

ESPOSO          ESPOSA

Quarto momento: comentar os tipos de famílias que eles formaram, lembrando que se trocarem alguns cartões com os colegas surgirão outros tipos de famílias.

Quinto momento: perguntar se eles acham que existe a família ideal. Após as respostas concluir que não existe um modelo certo de família, a família ideal. Cada família é ideal para as pessoas que a compõem. Lembrar que cada um tem a família certa para o seu crescimento e convive com as pessoas que podem lhe ajudar a evoluir moral e espiritualmente. Levá-los a perceber a importância de suas famílias e o respeito que devemos ter pelas famílias de nossos irmãos, eliminando assim o preconceito e o julgamento.

Sexto momento: há sentimentos que devem estar presentes em todos os tipos de famílias. Perguntar quais são e ir escrevendo no quadro. Exemplo: paciência, amizade, paz, carinho, bom humor, perdão, compreensão, união, respeito, caridade, amor, tolerância, alegria. Nesse momento o evangelizador poderá dar exemplos de situações familiares que envolvam os sentimentos citados.

Sétimo momento – atividade: fazer um acróstico (em nossa aula explicamos o que significava a palavra e fizemos um exemplo no quadro), com os nomes de alguns ou de todos os integrantes da família corporal, utilizando os sentimentos que devem estar presentes no convívio familiar.

Oitavo momento – tema: solicitar que durante um ou dois minutos eles pensem em alguém que tenham dificuldades de relacionamento. Após, distribuir uma cartolina em forma de círculo duplo para que, durante a semana, eles façam alguma coisa de bom com relação a esta pessoa. Quem quiser pode escrever no círculo para compartilhar a experiência com os colegas no próximo encontro. Escrevemos na frente da cartolina uma frase: “Promova a paz fazendo o bem.”

Prece de encerramento

Joel em outubro 7th, 2009 | Categoria: Planos de Aula | Sem Comentários -

Respeito a propriedade alheia

Planos de Aula

Respeito à propriedade alheia

Prece inicial

Primeiro momento: contar a história Respeito à propriedade alheia. Utilizamos para contar a história duas gravuras (veja abaixo), porém podem ser utilizados outros recursos: desenhar a história no quadro enquanto vai sendo contada, recortes de revistas, gravuras de livros.

Segundo momento: logo após breves comentários com as crianças a respeito da história, fazer a “brincadeira de perguntas e respostas”. Levar várias perguntas referentes ao assunto, em uma caixinha. Colocar uma música e deixar que as crianças passem a caixa umas para as outras. Quando a música parar, a criança que estiver com a caixa deve retirar uma pergunta e respondê-la. Caso o evangelizando não saiba ler, o evangelizador poderá fazê-lo. Esta aula foi utilizada no jardim, onde muitas crianças não estão alfabetizadas.

Sugestões de perguntas:

§ Pedro viu que Vinícius deixou cair R$10,00. O que ele deve fazer?

§ Se fazermos algo escondido, quem é que sempre vai saber o que fizemos?

§ Eduardo pegou o carrinho de Pedro emprestado sem pedir. O que você diria a Eduardo se tivesse visto?

§ Quando achamos algo que não nos pertence, o que devemos fazer?

§ Jesus nos ensinou a amar nossos irmãos. Então, cuidando e respeitando as coisas dos outros estaremos colocando em prática os ensinamentos de Jesus?

§ O irmão de Antônio ganhou um chocolate. Antônio ficou com uma vontade enorme de comê-lo, ele deve pegar o chocolate ou pedir ao irmão?

§ Helen emprestou sua boneca para Natália, o que Natália deve dizer?

Terceiro momento: pintar uma gravura que ilustra a história contada.

Prece de encerramento

História:

Respeito à propriedade alheia

Era uma tarde de domingo muito bonita e ensolarada. Os pássaros cantavam, as borboletas enfeitavam alegremente as flores e todos os animais brincavam felizes.

Foi então que Joãozinho disse a seu amigo Antoninho:

- Vamos aproveitar este dia bonito e passear no pomar de maçãs do Seu Joaquim?

Antoninho, com água na boca, respondeu:

- Oba! Vamos sim, quero comer aquelas maçãs maravilhosas!

Assim, foram correndo até o pomar. Chegando lá, olharam para todos os lados, para ver se não havia ninguém. Foi então, que após espreitarem com cuidado, subiram nos pés de macieiras.

Joãozinho dizia sorridente:

- Olha, Antoninho, que frutas deliciosas!

- São saborosas!

Antoninho, com o os olhos brilhando, respondeu:

- É verdade, ainda bem que podemos comer de graça. Vamos comer muitas maçãs e levar o que pudermos para casa.

E assim o fizeram.

Continuaram a comer muitas maças e quando já estavam apanhando algumas frutas para levarem embora, avistaram uma menina que se aproximava.

Era a Aninha, a sobrinha do Seu Joaquim.

Ficaram assustados, mas depois pensaram: é só uma menina!

Aninha se aproximou e perguntou:

- Quem são vocês? O que vocês fazem no pomar do tio Joaquim?

Eles responderam baixinho:

- Viemos comer algumas maças.

- E vocês pediram permissão para meu tio? – indagou Aninha.

Os dois se olharam e disseram que ninguém estava vendo.

Aninha apontou para o céu e disse:

- Deus está vendo, Ele sabe tudo o que fazemos e somos responsáveis pelas nossas atitudes.

Após ouvirem o que Aninha falou, Joãozinho e Antoninho ficaram envergonhados.

- Você tem razão Aninha, Deus vê tudo o que fizemos, por isso, devemos sempre agir corretamente, disse Joãozinho.

Antoninho tomou coragem e pediu desculpas. Disse que desse dia em diante sempre pediriam permissão para pegarem coisas que não fossem suas, respeitando as coisas alheias.

Carla Kitzmann

Gravuras utilizadas para contar a história:

Joel em setembro 27th, 2009 | Categoria: Planos de Aula | Sem Comentários -

Ficar ou namorar?

Planos de Aula

Ficar ou namorar

Prece inicial

Primeiro momento: técnica Baile de Máscaras.

Preparar o ambiente da sala com clima de salão de festas, com música. Pode-se colocar uma música espírita alegre. Não colocar músicas que incentivem a sensualidade.

Entregar materiais para uma caracterização: roupas de palhaços, figurinos antigos, máscaras alegres, fantasias, lenços, faixas coloridas, cintos. Deixar os evangelizandos livres para criar seu personagem, enquanto ouvem a música. As máscaras poderão ser feitas conforme sugestões expressas no quinto momento.

Convidá-los para participarem de um baile de máscaras. Se a aula for à noite, pode-se diminuir as luzes do centro, deixando alguma outra fonte de luz, tipo um abajur ou velas. A caracterização do ambiente fica a cargo do responsável pela aula.

Para que esta técnica seja bem aplicada é preciso boa disposição dos evangelizadores incentivando os evangelizandos a participarem alegremente da atividade. Se for necessário, os jovens podem ser alertados sobre o respeito perante o colega e o local onde se encontram.

Pedir que os jovens se organizem dois a dois, e dancem ao som da música. No momento em que parar a música, todos devem trocar de par. Quem ficar sem par vai ter que tirar uma foto com pose engraçada. O evangelizador também pode tirar uma foto do grupo logo após a caracterização, pois esse material é riquíssimo para relembrar bons momentos com nossos jovens.

Segundo momento: organizar o grupo em semicírculo e conversar sobre a relação entre ficar e o baile de máscaras.

Como eles se sentiram, se se divertiram;

Se a máscara proporcionou que eles se sentissem mais à vontade;

Na idade média, quando a corte europeia tinha o hábito de realizar grandes bailes com fantasias e máscaras, era muito comum que as pessoas trocassem de personalidade: princesas que trocavam de lugar com suas criadas para conseguir despistar o rei para que ele não soubesse que ela “estava ficando” com o jovem plebeu… e muitas outras histórias como esta.

Será que as pessoas teriam coragem de trocar de personalidade sem a utilização de máscaras?

Qual a época do ano em que as pessoas ainda mantém essa ideia de ilusão dos bailes de máscaras? No carnaval, quando muitos ainda pensam que nessa época eles estão brincando e tem que aproveitar, sem responsabilidade por seus atos, pois é a única época do ano em que eles podem esquecer quem são e brincar…

Será que podemos esquecer quem somos?

Terceiro momento: falar sobre responsabilidade perante si e os outros. Sabemos que temos responsabilidades com nosso corpo e com nossas atitudes, mas alguém sabe as consequências que podem trazer um “ficar”?

1. Podemos deixar alguém apaixonado e sofrendo por não ter nosso afeto. Perguntar se eles conhecem alguém que ficou e depois sofreu por ter se apaixonado por esta pessoa que não lhe retribuiu o afeto. Infelizmente há muitos casos. O evangelizador pode levar casos de reportagens curtas para ler em aula.

2. A realidade de Espíritos que se aproximam apenas para aproveitar os fluídos físicos, para sugar as energias como vampiros. Lembrar que isso não acontece se a aproximação do casal ocorre através de uma relação verdadeira de amor.

3. Os próprios cuidados com relação ao corpo, pois quando você “fica” com alguém sem saber direito quem é essa pessoa, também não sabe que hábitos ela tem. Pode pegar alguma doença ou ter uma desagradável surpresa de ficar com alguém que bebeu ou usou drogas, e essas substâncias vão para seu corpo.

Obs.: através do namoro, podemos conhecer a pessoa com a qual estamos nos relacionando, seus gostos, atitudes e valores, coisa que não acontece quando “ficamos” com alguém, em uma escolha momentânea e sem reflexão.

Quarto momento: falar a respeito das máscaras de cada um. Exemplificar com: jovens bonzinhos em casa que são ladrões e causam tumultos na rua; jovens que escondem sua tristeza debaixo da cara de uma pessoa feliz ; amigos falsos; jovens que usam drogas para enfrentar as dificuldades ou ter coragem.

Será que sabemos reconhecer quando usamos máscaras?

Será que precisamos delas? Por quê?

Obs.: é importantíssimo que o evangelizador tenha paciência para fazer as perguntas, induzindo a um diálogo fraterno. Não deve dar respostas prontas, mas ensinar a ver as possibilidades para que possam saber escolher a melhor para eles, lembrando que toda escolha tem consequências.

Quinto momento: pedir que olhem a máscara que usaram para o baile (de papel sulfite). Essa máscara é dupla e podemos destacar e ver as duas partes de que são feitas: um lado de papel laminado prata, para dar efeito de espelho, e o outro com uma frase sobre amor e comportamento.

Veja abaixo sugestões de frases:

“Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que haja falta de amor.” Vladimir Maiakovski

“É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.” Madre Teresa de Calcutá

“Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.” Antoine de Saint-Exupéry

“Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós”. Jesus

“Todas as coisas me são lícitas; mas nem todas me convém”. Paulo de Tarso

Sexto momento: sugerir que eles levem para casa a máscara para refletir durante a semana acerca da frase.

Prece de encerramento

Joel em setembro 15th, 2009 | Categoria: Planos de Aula | Sem Comentários -

A Segunda Revelação

Planos de Aula

Plano de aula baseado no livro Evangelização no lar

Tema: A Segunda Revelação

Bases doutrinárias: Evangelho Segundo o Espiritismo, Livro dos Espíritos, a Gênese cap.1 itens 3,4 e 5

Objetivo:levar a crianças a entenderem que:

Ø A segunda revelação de Deus aos homens se fez através de Jesus, consubstanciada no Evangelho, e a sua característica essencial é o AMOR.

Ø Jesus, sem destruir a Lei de Direito e Justiça, até então conhecida e implantada por Moisés, implantou a Boa Nova, resumindo todos os mandamentos em “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.”

Atividades iniciais:

1 . Canto

2 . Prece inicial

3 . Introdução ao tema: Voltar um pouquinho à aula passada relembrando alguns fatos de Moisés.

Moisés foi a 1ª revelação e trouxe para o povo a lei sagrada. Ele teve que exagerar um pouco e mostrar um Deus Vingativo, pois o povo daquela época tinha que temer alguém.

Depois disso, o que vocês acham que aconteceu com o povo?

Mostrar uma gravura de Jesus indagando quem é?        O que ele fez?

Ouvir as respostas e apresentá-lo como Governador Espiritual da Terra, ou seja, aquele que veio nos ensinar, através de seu exemplo. Jesus foi o emissário da 2ª. Revelação de Deus na Terra. Ele não veio destruir a lei – a lei de Deus; veio dar-lhe cumprimento, desenvolvendo-a e dando-lhe o verdadeiro sentido, adaptando-a ao grau de desenvolvimento humano. Quanto às leis estabelecidas por Moisés, pelo contrário, ele as modificou sensivelmente, no fundo e na forma , tendo mesmo sintetizado todas as leis nas seguintes palavras: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, acrescentando que nessas singelas palavras estão contidas todas as leis e todos os profetas. O Mestre pregava o perdão aos inimigos, a misericórdia, a bondade e a fraternidade, chamando Deus de “meu Pai” e irmanando todos os seres na família universal, falando de amor.

Era honesto cumpridor dos seus deveres, gentil com as pessoas que o rodeavam, cuidando para que a justiça fosse feita, ensinando que, a cada um, compete receber de acordo com as suas obras, ensinando que todos somos irmãos, pois filhos todos do mesmo Deus.

Referindo-se as crianças, dizia que os adultos as deveriam imitar em sua simplicidade e pureza.

Pelo seu grande poder espiritual, curou muitos doentes e fez coisas maravilhosas,como andar sobre as águas. Os fatos de sua vida estão escritos nos Evangelhos e quem segue seus ensinamentos é conhecido como Cristão.

4 . Desenvolvimento: contar uma história narrada por Jesus

Narrar de modo agradável a “Parábola da Ovelha Desgarrada”

PARÁBOLA DA OVELHA DESGARRADA (Adaptação de Lucas, 15: 4 a 7.)

Nos campos da Palestina, a terra onde nasceu Jesus, havia um homem que tinha cem ovelhas. Era

um pastor, pois ele mesmo as apascentava. (1)

Com muito cuidado e bondade, levava suas ovelhinhas aos lindos campos, onde havia um bom pasto. Levava-as também às fontes, onde elas poderiam encontrar água fresca e limpa.

O pastor era muito carinhoso e bom e suas ovelhas o seguiam confiantes.

Um dia, porém, uma ovelhinha fugiu do rebanho (2). Que teria pensado ela, para assim abandonar

o pastor e suas irmãzinhas? .

Certamente, pensou que, além daqueles pastos onde vivia, havia pastagem melhor e mais rica. Pobrezinha!… Não pensou nos perigos que poderia enfrentar longe do seu pastor. Não pensou que pode­ria enfrentar, numa noite qualquer, sozinha, algum lobo ou alguma hiena que a devorasse. Não, a pobrezinha não pensou nos perigos… Pensou que era melhor ser sozinha, ser livre, Correr pelos campos e pelas pastagens, solta, sem vigilância de seu dono e sem a companhia de suas irmãs. E fugiu…

Correu muito, para livrar-se do pastor, e para não ser vista pelas companheiras… O pastor, porém, que cuidava de suas ovelhinhas, sentiu a falta da fugitiva. No aprisco ele contou, logo na manhã seguinte, noventa e nove ovelhas. Que fez, então, o bondoso pastor?

Deixou as noventa e nove ovelhinhas bem guardadas no redil e partiu em busca da ovelhinha

desgarrada. Andou, andou muito… Subiu os montes e vadeou os riachos.

Só no dia seguinte, encontrou a pobre ovelhinha (3) deitada perto de uma colina, ferida pelos

espinhos por ter atravessado uma sebe. Já estava sem forças, sedenta e quase morta…

Como estava arrependida do que fizera! Com que alegria recebeu o pastor amigo que chegava para salvá-la!

O pastor deu-lhe água, pensou-lhe as feridas, acariciou-a, conversou com ela…

Colocou-a depois nos seus braços, acomodando-a bem em seu ombro. E voltou feliz, muito feliz,

com sua ovelhinha (4).

Chegando a casa, chamou seus vizinhos e amigos e disse-Ihes:

Alegrem-se comigo, meus amigos, porque achei a minha ovelhinha que estava perdida!…

( os números que aparecem são as gravuras que mostrarei ao contar a parábola)

5 . Fixação do conteúdo: Verificar a compreensão, através de perguntas como:

a) Quem são as ovelhas?

b) quem é o Pastor?

c) O que devemos fazer para não nos afastarmos de Jesus?

Dizer que a parábola nos mostra os cuidados de Jesus, com todos nós, como nosso Pastor.

Esclarecer que a ovelha desgarrada é aquele espírito rebelde às leis de Deus e que se afastou

do rebanho, mas Jesus nunca abandona suas ovelhas

6 . Atividades para fixação:

Vamos cobrir a ovelha com algodão?

7 . Prece final

Joel em setembro 13th, 2009 | Categoria: Planos de Aula | Sem Comentários -

A nuvenzinha Fátima

Planos de Aula

(Desconheço a autoria, se você conhecer, por favor avise)Tinha uma nuvenzinha que se chamava Fátima. Ela adorava fazer faxina.
Ela adorava varrer o céu. O se alvo principal era as nuvens escuras formada pelo pensamento das pessoas.
Quando essa nuvens caiam em forma de chuva fazia muito mal a todos.
Só que a coitadinha não parava de limpar.
Pois ela limpava e logo as pessoas tinham maus pensamentos e a nuvem escura se formava de novo.

Atividade- Ajudar a nuvenzinha Fatima a fazer faxina.
Desenhar uma nuven escura..
Pedir que falem palavras boas.

(Amor-fé-perdão-carinho-bom-dia-beleza-sorriso-flor-Jesus-Mãe-Pai-caridade-felicidade-coraçao-paz-ternura-harmonia) Essas foram algumas das palavras que minhas crianças falaram.

Com essas palavras vamos tampando a nuvem escura.

anderson em março 9th, 2009 | Categoria: Planos de Aula | Sem Comentários -