D.FILÓ SOPHIA EM ÍNICIO, MEIO E FIM Capitulo VI - Um Radar para Limitar.

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D.FILÓ SOPHIA EM ÍNICIO, MEIO E FIM
Capitulo VI - Um Radar para Limitar.
O trânsito naquele começo de tarde estava caótico.
Motoristas irritados, congestionamentos intermináveis, semáforos que pareciam cada vez mais lentos, carros tentando ultrapassar pelo acostamento, interrupções de cruzamentos, buzinas soando sem parar e para quem estava alí , de automóvel ou mesmo a pé , um verdadeiro tormento.
Todos apressados, com horários e compromissos a cumprir.
Não tardou para que as manifestações de irresponsabilidade e intolerância começarem a surgir.
Xingamentos pra lá e pra cá , trocas de desaforos , como se aquelas deliberações de raiva e desânimo em alguma coisa pudessem ajudar.
De repente, D. Filó viu dois homens sairem entre socos e tapas, ignorando qualquer possilibidade de autocontrole das emoções, deixavam correr solta a irracionalidade que a mente mal preparada desata aos borbotões.
Dentro de seu carrinho , a professorinha, aguardava calmamente o fim daquela confusão, enquanto isso deixou-se levar pela coerência e aproveitou para uma boa meditação.
Observando as cenas de desequilibrio total pensou :
- Como o ser humano ainda está tão próximo da sua natureza animal e ainda tão distante do domínio da razão e da magnitude moral . É instintivo, agressivo, defensivo, com mínimas capacidades de discernimento e aceitação.
Precisam de um radar que imponha regras a seus desvarios e os arroubos dos impulsos causados pelas suas imperfeições.
O orgulho, o egoísmo, os vícios , a ganância, o desamor.
Esses radares quando acionados pelas faltas de limitações trazem multas em forma de tristeza e dor.
Certamente se os homens pensassem um pouquinho mais antes de tomarem algumas decisões, mais fácil alcançariam para seus problemas boas soluções.
Mas a maioria, age irrefletidamente, dando vazão a inconsequentes reações, pagando preços altissímos, liberando no organismo substâncias tão nocivas e destruidoras como das mais assustadoras implosões.
Desejando que o inimigo sofra retaliações ou venha a morrer, ignorando que é ele mesmo que o veneno letal  está a sorver .
Lançam-se em uma desatinada corrida pela felicidade, atropelam qualquer coisa que represente obstáculos, esmagam o que possa atrapalhar ou contrariar o que crê por certo, sem dar-se conta que perde o rumo por caminhos de sentimentos pedregosos ou pela aridez da solidão dos desertos.
A paciência e a tolerância , são mesmo virtudes de quem sabe que de nada adianta passar por cima ou correr, empenha-se em parar ou voltar quantas vezes forem necessárias para planejar melhor seu trajeto  e  aprender, renunciam as próprias posições, procurando ao próximo respeitar e compreender.
Serenando seu coraçãozinho, D. Filó foi seguindo o fluxo, aproveitando o tempo que tinha com o embalo de belas canções , pois ao chegar na escola queria levar aos seus queridos alunos apenas boas energias e a frequência de boas vibrações.
Continua …
( Paty Bolonha- 2010… - se repassar, mantenha os créditos)
Joel em abril 12th, 2010 | Categoria: Diversos | Sem Comentários -

Chico Xavier

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Reportagem da Rede Integração sobre Chico Xavier

Joel em março 15th, 2010 | Categoria: Diversos | Sem Comentários -

D.Filó Sophia, em Inicio, Meio e Fim - Capitulo IV - Escola de Educar

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D.FILÓ SOPHIA EM ÍNICIO, MEIO E FIM
Capitulo IV - Escola de Educar
No final da tarde a sala estava prontinha e cada objeto em seu lugar .
Apesar do cansaço , diante dos bons resultados, naqueles rostinhos míudos podia-se notar o prazer dos motivados.
O alarme tocou sinalizando o porvir, pegando as mochilas com os olhinhos radiantes nossos amiguinhos sabiam que era hora de se despedir, mas retratavam uma imensa vontade de logo poderem voltar.
Da janela, vendo-os sumindo sob o arrebol, confabulou com seu anjo bom a querida mestra :
- Nosso lugar é mesmo aquele onde sempre desejamos estar, ficar ou retornar . Todos os dias levantamos, cumprimos com várias obrigações e tarefas, nos deslocamos para lá e para cá, mas todos sabemos o prazer que sentimos ao podermos adentrar novamente as portas de um aconchegante e harmonioso lar ! …Bem, acho que agora também mereço o meu cantinho para descansar …
Organizou algumas coisas para o outro dia e deixou a escola ainda filosofando sobre essa  teoria, um vai e vem diário e o privilégio de se poder contar com a recepção calorosa de um lar solidário.
Certamente aquelas crianças usufruiriam agora da companhia e atenção de amáveis e dedicados paizinhos, de uma refeição saborosa, de um banho relaxante e quentinho, de uma cama macia e cheirosa.
- Ora ! O que mais uma criança podia querer ?
- Que maravilha se todas as famílias colocassem em prática essa receita de BEM CONVIVER!
Mas infelizmente a maioria ainda não possui essa consciência de amor integral, pelo excesso ou pela falta confundem felicidade com poder material , esquecendo-se dos deveres da moral, deixam aqueles espiritos que lhes foram confiados a mercê da vida crescer e padecer.
Tal como a plantinha de um jardim mal zelado, sózinha tem que lutar contra as ervas daninhas para se desenvolver . Crescendo sem forças , sem limites e sem cuidados, muito mais fácil aumentam as chances de sucumbir ou morrer . Pobrezinhas! Pobres pais que também não se dão conta que mais dia menos dia por essas faltas terão que responder !
- Se um dia pelo Criador forem questionados :  ” O que fizera a esses filhos que Lhes dei por tutelados ? “ O que será que vão responder ?
Talvez O dissessem : - Dei-lhes o melhor que pude fazer …
Mas o que pensam ser este melhor ?
Uma televisão, um video game um computador para lhes substituir no cuidar e no ofertar amor …ou quem sabe trocando amor por  brinquedos que ensinam a matar, a violência e a dor ?
Dizendo sim a tudo o que possam desejar pois um não pode lhes traumatizar ?
Dando-lhes razão quando a professora lhes deu uma repreensão, quando o colega maltrataram ou porque deixaram de fazer a lição ?
Deixando-lhes na escola  o dia todo, e a noite desculpando-se por  estar cansado demais para uma conversa ou um pouco de atenção ?
Autorizando-os a irem a festas sem justificações, com amigos desconhecidos, e mesmo assim dando graças, pois assim não precisaria perder tempo dedicando amizade ou tendo que para um “não” dar explicações ?
Sequer importando-se ou certificando-se se aquelas companhias ou  lugares para as  tais “baladas” eram o melhor ou se poderiam estar sendo vítimas de uma grande cilada  ?
Oferecendo desde pequeninos, seus vícios, mentiras, defeitos que não se preocupou em reparar, confiante de que eram os melhores exemplos que tinha para lhes dar ? E ao vê-los com o copo de bebida , o cigarro, ultrapassando os limites de velocidade no carro e achando o máximo a sexualidade desequilibridada, como esse tal de “ficar” ? Achando que eram motivos para se orgulhar ou porque isso era moda passageira e não seria motivo para se desgastar  ?
Trocando doces conversas e brincadeiras por horas de fofocas, compras em shoppings e cabeleireiras, ou trabalhando sem parar , pois parecia muito mais interessante a sí mesmo e a ambição material  se dedicar ?
- Fazendo a cama, arrumando as bagunças, juntando os brinquedos espalhados pelo chão, fazendo a lição, não achando que era necessário ensinar  sobre responsabilidades e organização?
- Pra que lhes  oferecer alimentações saudáveis se os fast-foods foram criados para nossa vida facilitar ?
- Achando bacana quando embasaram seus projetos de vida pelos modelos fúteis, na modelo magérrima, no politico corrupto, no cantor estupido, ídolos nos quais jamais deveriam se espelhar ?
D. Filó em suas reflexões identificaria outros graves erros na posição daqueles condutores de espiritos , e era muito triste perceber que muitas vezes o despertamento ocorre quando já está impossível socorrer .
Seu dever de docente dizia-lhe que deveria fazer o máximo para colaborar com a educação da humanidade, principalmente a esses pais e mães desorientados  . Não adiantaria simplesmente fazer críticas , ou os braços cruzar , eram necessárias ações consistentes, benfazeijas e construtivas para os alertar .
Um projeto em que pais, escola e comunidade agiriam em prol do bem encaminhar .
Há tempos tinha planos para convidar as famílias de alunos para formarem um grupo de discussão sobre a linda e dificíl missão da educação familiar.
Com o coração cheio de entusiasmo e sabedoria, ela teve a certeza que aquela intuição não tinha sido a revelia…chegaria em casa, descansaria um pouco e os convites iria fazer as famílias dos alunos do liceu , Seu Hipólito e D. Amélia, Seu Jacinto e D. Blandina, Seu João e D. Ignês, Seu André e D.Meimei…e todos os outros pais que com aquele trabalho desejassem colaborar ou simplesmente conhecer…
Batizaria de “ Sala Educar” , um local com as portas sempre abertas para receber com amor todos os que chegarem por lá …
E você deseja conhecer o trabalho deste lugar ? Então entre aqui, faça o seu cadastro e venha conosco participar :
Continua …
(Paty Bolonha - 2010 - Com autorização da autora….ao repassar, mantenha os créditos!)
Joel em fevereiro 27th, 2010 | Categoria: Diversos | Sem Comentários -

Divaldo Franco no Programa Mais Você

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Olá

Esta é a primeira parte do programa Mais Você da Rede Globo onde Ana Maria Braga entrevistou Divaldo Franco. Um programa maravilhoso e com depoimentos emocionantes.
Assista aqui a primeira parte!

 Veja as outras partes da entrevista diretamente no Youtube nestes links:

Segunda Parte

Terceira Parte

Quarta Parte

 

anderson em março 10th, 2009 | Categoria: Diversos | Sem Comentários -

Olá ! Estamos modificando o site

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Visando melhor atender a todos e seguindo em direção as novas tecnologias estamos modificando a estrutura do site Evangelização Espírita.

Este modelo que você está vendo é somente um teste, não é o definitivo.

Enquanto modificamos o site, você poderá continuar acessando a versão antiga neste link:

http://www.evangelizacao.espirita.nom.br/antigo/index.htm

Aguarde as novidades !!!

anderson em março 7th, 2009 | Categoria: Diversos | Sem Comentários -